Monitor do PIB da FGV aponta retração de 0,7% na atividade econômica em outubro
Na comparação interanual, a economia ficou paralisada. A economia brasileira registrou uma retração de 0,7% em outubro, na comparação com setembro, e cresceu 1,0% no trimestre móvel findo em outubro, em comparação com o findo em julho, segundo o Monitor do PIB divulgado nesta sexta-feira (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Já na comparação interanual, a economia estagnou no mês de outubro.
“A economia brasileira continua estagnada com declínio em outubro comparado a setembro e paralisada em relação ao mesmo mês do ano passado”, destacou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV. “Há de se levar em conta que o mês de outubro do ano passado teve resultado negativo o que tornaria mais fácil crescer este ano”, acrescentou.
Os serviços e a agricultura cresceram em outubro, enquanto que a indústria teve queda.
“A taxa acumulada em doze meses que foi negativa desde abril de 2020 até a de abril deste ano, continua crescendo a taxas decrescentes e em outubro foi positiva em 4,2%, indicando para este ano uma taxa de crescimento em torno desta”, destacou a FGV.
A queda de 0,7% em outubro apontada pela FGV superou a retração apontada pela prévia do PIB do Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) mostrou recuo de 0,40% em outubro, na comparação com o mês anterior.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Consumo as famílias e investimentos
O consumo das famílias cresceu 1,9% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. O componente de serviços foi o único a apresentar crescimento. Na série com ajuste sazonal, o consumo das famílias apresentou avanço de 0,6% em comparação ao trimestre anterior.
A FGV utiliza a série trimestral interanual para análise desagregada dos componentes da demanda por considerar que essa apresenta menor volatilidade do que as taxas mensais e aquelas ajustadas sazonalmente, permitindo melhor compreensão da trajetória de seus componentes.
A formação bruta de capital fixo (FBCF) cresceu 7,6% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a FGV. Pelo 12º mês seguido, todos os componentes apresentaram crescimento.
“É importante ressaltar a visível queda nas taxas de crescimento desde o mês de junho deste ano. Na série ajustada sazonalmente a formação bruta de capital fixo apresentou crescimento (2,0%) no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho”, observou Considera.
A exportação apresentou crescimento de 5,7% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. O elevado crescimento do setor de serviços (31,3%) é o principal responsável por essa taxa positiva. Por outro lado, na análise da série dessazonalizada a exportação apresentou retração de 0,8% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho.
A importação apresentou crescimento de 20,9% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. Na análise da série dessazonalizada a importação apresentou retração de 0,3% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho.
Em termos monetários, a FGV estima que o PIB no acumulado do ano até outubro, em valores correntes, foi de R$ 7.162.586 milhões, ou R$ 7,16 trilhões.
A taxa de investimento em outubro de 2021 foi de 17,1%, na série a valores correntes, diz o documento.
Já na comparação interanual, a economia estagnou no mês de outubro.
“A economia brasileira continua estagnada com declínio em outubro comparado a setembro e paralisada em relação ao mesmo mês do ano passado”, destacou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV. “Há de se levar em conta que o mês de outubro do ano passado teve resultado negativo o que tornaria mais fácil crescer este ano”, acrescentou.
Os serviços e a agricultura cresceram em outubro, enquanto que a indústria teve queda.
“A taxa acumulada em doze meses que foi negativa desde abril de 2020 até a de abril deste ano, continua crescendo a taxas decrescentes e em outubro foi positiva em 4,2%, indicando para este ano uma taxa de crescimento em torno desta”, destacou a FGV.
A queda de 0,7% em outubro apontada pela FGV superou a retração apontada pela prévia do PIB do Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) mostrou recuo de 0,40% em outubro, na comparação com o mês anterior.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Consumo as famílias e investimentos
O consumo das famílias cresceu 1,9% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. O componente de serviços foi o único a apresentar crescimento. Na série com ajuste sazonal, o consumo das famílias apresentou avanço de 0,6% em comparação ao trimestre anterior.
A FGV utiliza a série trimestral interanual para análise desagregada dos componentes da demanda por considerar que essa apresenta menor volatilidade do que as taxas mensais e aquelas ajustadas sazonalmente, permitindo melhor compreensão da trajetória de seus componentes.
A formação bruta de capital fixo (FBCF) cresceu 7,6% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a FGV. Pelo 12º mês seguido, todos os componentes apresentaram crescimento.
“É importante ressaltar a visível queda nas taxas de crescimento desde o mês de junho deste ano. Na série ajustada sazonalmente a formação bruta de capital fixo apresentou crescimento (2,0%) no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho”, observou Considera.
A exportação apresentou crescimento de 5,7% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. O elevado crescimento do setor de serviços (31,3%) é o principal responsável por essa taxa positiva. Por outro lado, na análise da série dessazonalizada a exportação apresentou retração de 0,8% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho.
A importação apresentou crescimento de 20,9% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao mesmo período do ano passado. Na análise da série dessazonalizada a importação apresentou retração de 0,3% no trimestre móvel findo em outubro em comparação ao findo em julho.
Em termos monetários, a FGV estima que o PIB no acumulado do ano até outubro, em valores correntes, foi de R$ 7.162.586 milhões, ou R$ 7,16 trilhões.
A taxa de investimento em outubro de 2021 foi de 17,1%, na série a valores correntes, diz o documento.
